Conhecendo Lisboa

Ponto de Encontro (Teatro D.Maria II)

Rossio

Elevador de Santa Justa

Arco da Rua Augusta

Casa dos Bicos

Casa dos Bicos (traseiras)
Sé
Alfama
(Poema de Ary dos Santos)
Quando Lisboa anoitece
como um veleiro sem velas
Alfama toda parece
Uma casa sem janelas
Aonde o povo arrefece
É numa água-furtada
No espaço roubado à mágoa
Que Alfama fica fechada
Em quatro paredes de água
Quatro paredes de pranto
Quatro muros de ansiedade
Que à noite fazem o canto
Que se acende na cidade
Fechada em seu desencanto
Alfama cheira a saudade
Alfama não cheira a fado
Cheira a povo, a solidão,
Cheira a silêncio magoado
Sabe a tristeza com pão
Alfama não cheira a fado
Mas não tem outra canção.


Pausa no Largo de S.Miguel (Alfama é dureza)

Santo António Padroeiro de Lisboa sempre presente em Alfama
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